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A identificação de pessoas na Idade Média: resultados do primeiro “Freiburger Bürgerbuch” (1341-1416)

A identificação de pessoas na Idade Média: resultados do primeiro “Freiburger Bürgerbuch” (1341-1416)



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A identificação de pessoas na Idade Média: resultados do primeiro “Freiburger Bürgerbuch” (1341-1416)

Por Urs Portmann

Pesquisa Social Histórica / Historische Sozialforschung (HSR), Vol. 6: 2 (1981)

Resumo: Um código semiautomizado foi usado para identificar indivíduos que são referidos em mais de uma ocasião na fonte, o “Freiburger Bürgerbuch” (1341-1416). Este código é composto por partes da família e nomes próprios. Permite que as variantes ortográficas e fonéticas do mesmo nome sejam levadas em consideração. A plausibilidade dos nomes agrupados é então testada automaticamente. A decisão final sobre a identidade dos nomes deve, entretanto, ser tomada pelo historiador.

Introdução: A identificação de pessoas, bens e eventos é um procedimento bem conhecido na pesquisa histórica. Cada compilação e representação de dados relativos a pessoas, grupos de pessoas, eventos ou propriedades pretende agregar informações sobre unidades idênticas. Por muito tempo esse processo de identificação foi baseado apenas na experiência histórica do investigador, mas o uso do processamento eletrônico de dados hoje obriga o historiador a explicar seus métodos e, assim, todo o processo de identificação se torna mais preciso e fácil de controlar.

No artigo a seguir, descreveremos o método usado para identificar pessoas no projeto “Freiburger Bürgerbuch 1341-1416”. O primeiro “Bürgerbuch” da cidade de Freiburg, na Suíça, do ano de 1341 a 1416, é a fonte medieval mais importante deste tipo na Suíça. Esta fonte contém 2.200 inscrições com 7.000 nomes. Cada inscrição inclui o nome do “Bürger”, sua ocupação, posição social, local de origem e relações de parentesco. Inclui também um “objeto de segurança”, como uma casa, que pode estar situada a partir do nome da estrada, do seu proprietário e dos proprietários das duas casas vizinhas. A mesma pessoa pode, portanto, aparecer com frequência no livro: como um “Bürger”, como um proprietário ou como parente de outra pessoa.

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